O RIO É GAY (???)
Olhei muito pela janela antes de sair. Cheguei a cruzar as pernas e começar a tocar meu violão. Mas, tinha muita gente lá em casa disposta a enfrentar a chuva e o frio e rumar até a Avenida Atlântica.
Apesar do quadro climático do Rio de Janeiro, a orla de Copacabana estava consideravelmente cheia para um dia de chuva. A cada ano que passa são mais carros e mais gente que manda o preconceito para "aquele lugar". Meu quarto ano consecutivo de presença na 11ª Parada do Orgulho GLBT do Rio de Janeiro, isto é, a Parada Gay.
Vou para lá todos os anos por vários motivos: primeiro, porque eu sou viciadíssima em música eletrônica (muitos já devem ter percebido) e vamos combinar, baladas GLS são ótimas para curtir e-music; segundo, porque acho que é um momento único em que tanta mistura indica uma única coisa - que somos todos seres humanos; e terceiro, porque adoro ver a cara do meu namorado quando me dizem "se der mole eu levo pra casa". Não deixo não. É meu!
Choveu. E muito. Mas ainda assim, as plumas e os paetês estavam belíssimos.
Olhei muito pela janela antes de sair. Cheguei a cruzar as pernas e começar a tocar meu violão. Mas, tinha muita gente lá em casa disposta a enfrentar a chuva e o frio e rumar até a Avenida Atlântica.

Apesar do quadro climático do Rio de Janeiro, a orla de Copacabana estava consideravelmente cheia para um dia de chuva. A cada ano que passa são mais carros e mais gente que manda o preconceito para "aquele lugar". Meu quarto ano consecutivo de presença na 11ª Parada do Orgulho GLBT do Rio de Janeiro, isto é, a Parada Gay.
Vou para lá todos os anos por vários motivos: primeiro, porque eu sou viciadíssima em música eletrônica (muitos já devem ter percebido) e vamos combinar, baladas GLS são ótimas para curtir e-music; segundo, porque acho que é um momento único em que tanta mistura indica uma única coisa - que somos todos seres humanos; e terceiro, porque adoro ver a cara do meu namorado quando me dizem "se der mole eu levo pra casa". Não deixo não. É meu!
Choveu. E muito. Mas ainda assim, as plumas e os paetês estavam belíssimos.
Comentário do Luiz Gustavo de Sá no meu post sobre Dança de Salão.





Cinema lotado. Apesar da chuva de panfletos e declarações distribuídas pela Igreja Católica, as filas para a compra dos ingressos eram quilométricas. Mesmo com a visível agitação, não foram todos (imaginem se tivesse sido) que tiveram a coragem de enfrentar os shoppings nesse fim de semana para ver "o filme do ano". Eu estava lá, para finalmente assitir ao
