A proposta: se você é adulta demais para ler Capricho, ou nova demais para ler Cláudia, essa é a sua revista. A publicação mensal, que cirula nas bancas desde outubro desse ano, já caiu no gosto das "adultas iniciantes". Gloss, assim como toda publicação descoladinha (porque será), foi inaugurada com a Bündchen na capa.
Overdose de moda, comportamento, dicas de sexo, decoração, uma pitada de cultura, publicidade, publicidade e publicidade. Apesar de temas interessantes, como Second Life, perda de privacidade na internet, emprego e Cameron Diaz, as matérias são pequenas, breves, objetivas demais para cérebros em ebulição.
Mas, até que é um bom passatempo. Cabe na bolsa, não faz peso e as amigas adoram encontrar no seu quarto. Mas, ainda assim, a revista não é para mim. Ainda não posso dar cem reais em um sutiã de algodão e rendinha. Nem usar "franja assimétrica com fios desfiados ao redor da cabeça". Prefiro ler Cláudia e imaginar que daqui há uns 10 anos eu possa gastar mil reais em sapatos e ter encontrado uma solução para minhas madeixas. (!!!)
Aos poucos eu volto... Feliz Natal.
"Quem está indo no shopping, quem está indo em um lugar em que se vende muito, percebe que o povo pobre está comprando, o povo pobre está indo às compras".
Luiz Inácio Lula da Silva.
Luiz Inácio Lula da Silva.
garagem - um gol prata - e rumou para o shopping mais próximo.
O resultado foi um queixo caído ao acender das luzes. Em A Rainha - dirigido por Stephen Frears -, a atriz Helen Mirren, de 61 anos, conseguiu absorver de forma surreal toda a frieza, a ironia e a postura blasé britânica da figura da rainha Elizabeth II. Através da retratação do ocorrido nos bastidores da família real com a morte da Princesa Diana, Mirren transforma um filme aparentemente cansativo em um show de interpretação, prendendo nossos olhares ao da rainha durante os 97 minutos que sucedem o trailler. As passagens com matérias televisivas a respeito de Diana ajudam a explicitar o contraste da reação da população mundial com a reclusão da aristocracia inglesa, confusa na tentativa de mostrar-se indiferente ao acontecimento.
quantidade incontável de blocos e o aumento considerável da diversidade lingüística no Rio reforçam a imagem de confetes e serpentinas caindo do céu ora azul, ora completamente nublado da cidade.
Os fãs da série ex-queridinha do momento já podem comprar seus lencinhos de papel. Fracassado principalmente pela morte da personagem Marissa - vivida por Mischa Barton -, The O.C. está previsto para exibir seu último espisódio na TV americana no final de fevereiro. Junto com o seriado, vai-se uma das trilhas sonoras mais cools da TV e figurinos très estilosos.
internacional do gênero de não deixar os corpos parados. O dj holandês de trance, Dj Tiësto apresentou seu set na descolada praia de Ipanema, que teve suas areias tomadas por um público curioso e enlouquecido.
Nome reconhecido no cenário da música eletrônica, a dupla foi a salvação daquela noite enlameada, desorganizada, suprindo necessidades fisiológicas entre os carros, arranhões, mal-educados e pessoas perdidas - o que era previsível. Depois de um esforço para conseguir chegar a tempo no set da Flow e do Zeo, assisti aos israelitas Erez Aizen e Amit Duvdevani fazeram as areias de Ipanema se espalharem, com seu trance psicodelicamente mágico.
